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2017 e a Roda da Fortuna

2017 e a Roda da Fortuna

O Arcano que rege este ano é A Roda da Fortuna, uma carta que simboliza os eternos ciclos da vida, os eternos recomeços. Mas ela também nos fala das leis de causa e efeito e da necessidade de observar e conhecer as causas para poder determinar os efeitos de cada acontecimento.

Trata-se portanto de uma carta que representa uma mudança efectiva e necessária, que reúne em si mesmo um mundo de infinitas possibilidades, mas onde não há, nem pode haver, nenhum tipo de certeza ou de segurança.

Assim em 2017 só nos resta penetrar em dimensões desconhecidas, é o chamado salto de fé, onde a única coisa que sabemos é que o caminho é por ali. Não sabemos onde ele nos irá levar, o quê ou quem iremos encontrar, que tipo de experiências iremos vivenciar, como iremos lidar com energias, espaços e lugares (dentro e fora de nós) que desconhecemos na totalidade.

Tudo isto pode ser altamente assustador para uns e altamente desafiante para outros, tudo vai depender da forma que escolhermos para lidar com o novo.

Uma coisa é certa, 2017 irá proporcionar um renascimento a todos quantos se queiram preparar para essa possibilidade, porém será através da compreensão, que resulta das inúmeras tomadas de consciência que têm sido integradas até aqui e da sua consequente aceitação como um processo natural e coerente.

Este é um ano que permite e convida ao progresso, à evolução e ao aperfeiçoamento de cada um de nós através da síntese das experiências e aprendizagens do passado, o que poderá trazer grandes benefícios ao nosso dia-a-dia, dado que à luz dessa nova consciência poderemos sentir-nos renovados em todas as áreas da nossa vida.

2017 é, para quem souber aproveitar, uma verdadeira chuva de bênçãos.

É um ano dinâmico, versátil, que convida a agir em conformidade com aquilo que não mais se pode ignorar.

A Roda da Fortuna ou Parte da Fortuna corresponde ao tesouro interno que reside em cada um de nós. Está escondido, tal como todos os baús que contêm tesouros de riqueza incalculável e cabe a nós descobrir o caminho para lá chegar. A caça ao nosso tesouro interno não deve ser iniciada de forma leviana, bem pelo contrário.

Este é um caminho que deve ser trilhado com respeito, honra, reconhecimento, dignidade, gratidão e alegria.

Em Profunda Comunhão com a Vida
Eva Veigas

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