Artigos, Desenvolvimento pessoal

A fórmula da felicidade

Tomas alguma coisa para ser feliz?
Sim. Tomo de-cisões.

Tudo na nossa vida está conectado com a nossa forma de pensar e de agir. Não é o Mundo que nos afecta directamente mas sim a imagem que dele construímos…as lentes através das quais apreendemos o mundo.

Tudo muda se nós mudarmos, tudo muda quando nós mudamos…vivemos ainda sob a influência de crenças relacionadas com a estabilidade, consciente ou inconscientemente absorvidas…mas em vez de temermos a mudança podemos desenvolver uma atitude mais positiva e fluirmos com as mudanças que nos são apresentadas ou naquelas que desejamos, não importa a tempestade…pois sabemos que dela sairemos como saímos sempre até hoje.

Se queremos ser grandes e diferentes do que fomos até hoje, e se pretendemos resultados e rumos diferentes daqueles que temos tido e seguido, então talvez seja a altura de mudarmos os nossos hábitos e forma de pensar.

Os hábitos não são apenas o que fazemos, mas também o que e como sentimos e pensamos as nossas atitudes. É a nossa resposta padronizada à frustração, ambivalência e conflitos, que define o nosso carácter emocional.

Existem 2 respostas básicas e instintivas à frustração: a auto-piedade e a agressão. A alteração só é possível através de uma maior consciência de quem somos efectivamente. O carácter que tantas vezes é referido como sendo algo imutável – quase uma cruz que tantos de nós carregamos – nada mais é que o total dos hábitos de pensamento, de sentimento e do modo de agir com os quais nos identificamos, e que formam parte da nossa auto-imagem.

O verdadeiro sentido da vida está na descoberta de quem somos e como pensamos para que possamos então libertar o que já não nos serve abrindo espaço para o novo, para um novo “eu” que nada mais é que o nosso eu-essência. Para isso há que sentir o que se pensa e pensar o que se sente…com curiosidade. Aceitando sem fugir o que vem de nós e percebendo que podemos escolher a cada instante manter ou deixar ir.

Escolhendo. Decidindo. A decisão talvez seja a nossa mais fundamental acção. De-cisão…e só podemos fazê-lo em consciência e nunca em fuga. Ter consciência é estar. É estar para além do que se pensa e do que se sente. É estar e observar. Só então podemos fazer a cisão.

Talvez assim seja possível acordar todos os dias com um sentimento no coração de entusiasmo e expansão, e sermos pró-activos perante as situações que nos rodeiam.

Talvez valha a pena fazermos diferente para obtermos resultados diferentes, em vez de entregarmos o nosso poder aos hábitos que criámos à força de tanta repetição e que agora apenas nos transformam numa negação.

“Insanidade é continuar a fazer tudo igual e esperar resultados diferentes” Albert Einstein

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