Hiperatividade a “dor de cabeça” de muitas famílias

Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA) Ou Hiperatividade Infantil e a abordagem da  Medicina Tradicional Chinesa

Cada vez mais se tem falado nas patologias infantis e a abordagem da Medicina Tradicional Chinesa a esses mesmos “desequilíbrios” ou, se lhe quisermos chamar, a esses síndromes energéticos.

Hoje, após ler um excelente trabalho de pesquisa e de reflexão de uma Professora do primeiro ciclo – Professora Graça Pereira – com muitos anos de experiência e que concluiu os seus estudos em Medicina Tradicional Chinesa, trago-vos um pequeno resumo da sua Monografia final de curso, no Instituto Português de Naturologia (da qual tive o privilégio de ser orientador de monografia) sobre aquilo que a Medicina Ocidental chama de PHDA – Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção – vulgo, Hiperactividade Infantil e a abordagem da MTC… desculpem, mas agora já não existe hiperactividade Infantil e sim PHDA… bem, modernices e necessidades de mudar a roupagem, a um problema que tem sido, na minha humilde opinião, muito mal resolvido, ou melhor, as soluções não têm trazido o efeito que tantos almejam… mas este trabalho da professora Graça Pereira é, uma mais-valia para o tratamento deste problema.

Mas vejamos como a Medicina Ocidental, vê e classifica a PHDA…

A Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA) é entendida nas crianças através de níveis inapropriados de atenção para a idade, e podendo também apresentar-se com impulsividade e superatividade. Normalmente, elas não conseguem seguir regras e normas. Muitas vezes essas crianças também apresentam conduta agressiva, baixo rendimento de aprendizagem e dificuldades de relacionamentos no convívio com os amigos e conflitos no ambiente familiar. Elas têm, também, dificuldades com a tolerância à frustração. (BENCZIK, 2000)

Pois bem, aqui começa um dos problemas no diagnóstico destes casos. Aqui se começa com “os rótulos que esses sujeitos recebem até serem diagnosticados: mal-educados, preguiçosos, desinteressados, […] os loucos, os problemáticos, os atrevidos, os vagabundos. […] influencia a auto estima e seu desempenho social e escolar”. (BELLI, loc. cit.).

A rotulagem que normalmente se aplica a estas crianças, tem muito de cultural, de social e, sobretudo, de uma necessidade que os povos ocidentais têm de rotular tudo e todos, só porque não se enquadra nos seus padrões da “dita normalidade social”, estabelecida por meia dúzia de intelectuais de meia tigela… sem ofensa para ninguém… e não é um rótulo, é uma marca…

Ora bem, apesar dos muitos avanços nas pesquisas, nos estudos científicos, da produção de evidências científicas que justifiquem tanta medicação, a solução para a PHDA não é eficaz e a medicina Ocidental não tem trazido grandes respostas. Senão, vejam as famílias, as escolas, a própria sociedade que convive com um membro em que lhe foi diagnosticado o PHDA, o desespero que muitas vezes vivem.

Não nos podemos esquecer que, a PHDA pode estar associada com outras síndromes e problemas, o que exige diagnóstico individualizado e cada caso é trabalhado por uma equipa multidisciplinar (seria um sonho tornado realidade ????) (BELLI, loc. cit.).

Apesar das diversas publicações sobre a PHDA que abordam este problema de saúde, sendo um dos mais estudados pela medicina, ainda não existe um aprofundamento suficiente para preparar os pais no conhecimento deste tipo de disfunção, (BARKLEY, 2008) sendo válido, todo empenho no sentido de ampliar os conhecimentos que possam ajudar na busca de soluções para este tipo de transtorno.

Neste empenho para ajudar, apresentarei a abordagem da MTC sobre este problema de saúde.

A Medicina Tradicional Chinesa fundamenta-se numa estrutura teórica sistemática e abrangente, de natureza filosófica. Tendo como base o reconhecimento das leis fundamentais que governam o funcionamento do organismo humano, e sua interacção com o ambiente segundo os ciclos da natureza, procura aplicar esta abordagem tanto ao tratamento das doenças quanto à manutenção da saúde através de diversos métodos.

Sendo assim, uma das possibilidades neste contexto, são os conhecimentos da Medicina Tradicional Chinesa principalmente através de sua técnica mais conhecida no ocidente, a acupunctura.

Neste artigo a Professora Graça Pereira procura entender as abordagens da Medicina Ocidental e da Medicina Tradicional Chinesa e apresentar o tratamento que poderá ser feito, recorrendo à Medicina Tradicional Chinesa, sobretudo, numa perspectiva de promoção de mudanças de hábitos alimentares e técnicas de acupunctura e aurículoterapia.

A PHDA (ainda muitas vezes referida como Hiperactividade infantil) é o segundo maior transtorno infantil a seguir à Dislexia.

É uma perturbação crónica que afecta o universo em redor da criança: a criança, a família, a escola e a sociedade. A PHDA refere-se a uma perturbação persistente de desatenção ou falta de concentração e/ou impulsividade, que se revela de modo mais intenso e grave que o habitual para indivíduos com o mesmo grau de desenvolvimento, interferindo significativamente no rendimento académico, social ou laboral.

A PHDA é a perturbação neuro comportamental mais frequente na criança, cuja etiologia é multifatorial. Apesar do grande número de estudos já realizados, as causas precisas da PHDA ainda não são conhecidas. Pensa-se que resulta de uma interação complexa de factores genéticos, ambientais, e de neurobiologia, e estas são amplamente aceites na literatura.

A complexidade deste padrão de desequilíbrio na saúde resulta numa grande variabilidade na expressão dos sintomas, e na idade em que são reconhecidos, bem como na severidade, evolução e patologias associadas.

A contribuição genética é substancial; assim como ocorre na maioria dos transtornos psiquiátricos, acredita-se que vários genes de pequeno efeito sejam responsáveis por uma vulnerabilidade (ou susceptibilidade) genética ao transtorno, à qual somam-se diferentes agentes ambientais.

Embora caracterizado por sintomas de desatenção, hiperatividade e impulsividade, a PHDA é uma patologia bastante heterogénea, pelo menos no nível fenótipo. Provavelmente, casos diversos com fenomenologias particulares (heterogeneidade clínica) também apresentam heterogeneidade etiológica.

Muitos são os estudos em que se aponta a hereditariedade como um dos factores da PHDA. No entanto, não se pode excluir os factores ambientais e educacionais no desenvolvimento deste transtorno nas nossas crianças. No entender da professora Graça Pereira, trata-se, em muitos casos, da união destes dois factores. Sem querer entrar em muitos aspectos teóricos e de grande complexidade, a professora Graça Pereira concentrou-se em aspectos mais práticos e que nos podem ajudar a entender melhor o que a MTC poderá fazer, de bom, aos pacientes que sofram de PHDA.

Segundo Graça Pereira, na medicina Ocidental, existem três subtipos:

  • Tipo Predominantemente Hiperativo-impulsivo;
  • Tipo Predominantemente Desatento;
  • Tipo Misto.

No Tipo Predominantemente Hiperativo-Impulsivo – persistem durante pelo menos seis meses (ou mais), seis sintomas de hiperatividade-impulsividade, mas menos que seis sintomas de falta de atenção; é mais frequente no sexo feminino e parece apresentar, conjuntamente com o tipo combinado, uma taxa mais elevada de prejuízo académico.

No Tipo Predominantemente Desatento – persistem durante pelo menos seis meses (ou mais), 6 sintomas de falta de atenção (mas menos que seis sintomas de hiperatividade-impulsividade); são, por outro lado, mais agressivas e impulsivas do que aquelas com que os outros dois tipos e tendem a apresentar altas taxas de impopularidade e de rejeição pelos colegas.

No Tipo Misto – persistem durante pelo menos seis meses (ou mais) 6 ou mais sintomas de cada um dos tipos anteriormente apresentados. Apresenta um maior prejuízo no funcionamento global quando comparado aos dois outros grupos.

É frequente pela incompreensão e dificuldade de diagnóstico da PHDA sugerirem mitos, absolutamente desfasados da realidade, e que prejudicam o bem-estar da criança e da família, como, por exemplo:

  • “É uma criança mal-educada”;
  • “É uma criança má”;
  • “É uma criança que os pais não lhe dão regras nem limites”;
  • “É uma criança “doente”, com muitos problemas”;

“A família de certeza que tem muitos conflitos e é desequilibrada”.

A tríade sintomatológica clássica da síndrome caracteriza-se por desatenção, hiperatividade e impulsividade. Independentemente do sistema classificatório utilizado, as crianças com PHDA são facilmente reconhecidas em clínicas, escolas e em casa.

É importante salientar que a desatenção, a hiperactividade ou a impulsividade como sintomas isolados podem resultar de muitos problemas na vida de relação das crianças (com os pais e/ou colegas e amigos), de sistemas educacionais inadequados, ou podem estar associados a outros transtornos encontrados na infância e adolescência. Portanto, para o diagnóstico da PHDA, é sempre necessário contextualizar os sintomas na história de vida da criança.

 O estudo apresenta como Sinais que podem e devem ser considerados:     

  • Dificuldade em estar sentado durante muito tempo
  • Tempos de atenção/concentração curtos
  • Dificuldade na organização do material
  • Dificuldade em seguir instruções e cumprir tarefas até ao fim
  • Dificuldade no planeamento das atividades
  • Crianças mais irrequietas e agitadas: mexe as mãos ou os pés com frequência ou contorce-se na cadeira
  • Fazem muitas perguntas e respondem antes de ouvirem as perguntas até ao fim
  • Mexem em tudo
  • Interrompem frequentemente os outros ou intrometem-se
  • Provocam desacatos no recreio porque os colegas não fazem o que eles querem
  • Não estão parados o dia todo
  • Difíceis de entreter
  • Dificuldade em brincar em silêncio
  • Dificuldade em fixar a atenção nas atividades de jogo
  • Híper-reativa a estímulos externos
  • Facilidade em ter acessos de fúria
  • Intolerância acrescida à frustração
  • Incapacidade de ouvir a história ou instrução até ao fim enquanto o olhar vagueia pela sala
  • Dificuldade em esperar pela sua vez em jogos ou em situações de grupo
  • Muda frequentemente de uma atividade incompleta para outra
  • É frequente falar excessivamente
  • Perde com frequência material necessário à realização de tarefas ou atividades na escola ou em casa
  • Envolve-se frequentemente em atividades físicas potencialmente perigosas, sem considerar as possíveis consequências
  • É fundamental verificar-se a criança não segue as instruções por não conseguir manter a atenção durante a explicação das mesmas. Em outras palavras, é necessário verificar se o sintoma supostamente presente correlaciona-se com o constructo básico do transtorno, ou seja, défice de atenção e/ou dificuldade de controlo inibitório.
  • Os principais sintomas são a excitação excessiva, podendo ser seguida de problemas na leitura e na escrita e, na maioria dos casos, problemas com a oposição e a autoridade, diz Nuno Lobo Antunes. A estes sintomas poder-se-á acrescentar a ansiedade e tiques, como dos sintomas mais comuns.
  • Não basta ter os sintomas mas que os mesmos tenham uma intensidade desadaptativa e inconsistente relativamente ao nível de desenvolvimento e que causam défices que surgem frequentemente antes dos 7 anos de idade.
  • A apresentação clínica pode variar de acordo com o estágio do desenvolvimento. Sintomas relacionados à hiperatividade/impulsividade são mais frequentes do que sintomas de desatenção em pré-escolares com PHDA. Como uma atividade mais intensa é característica de pré-escolares, o diagnóstico da PHDA deve ser feito com muita cautela antes dos 7 anos de vida. É por isso, entre outras razões, que o conhecimento do desenvolvimento normal de crianças é fundamental para a avaliação de psicopatologia nessa faixa etária. A literatura indica que os sintomas de hiperatividade diminuem na adolescência, restando, de forma mais acentuada, os sintomas de desatenção e de impulsividade.
 

Latente

“Bebe difícil”, insaciável, irritado, de difícil consolo, maior prevalência de cólicas, dificuldades de alimentação e sono.
 

Pré-Escolar

Dificuldade de integração, teimoso, irritado e extremamente difícil de satisfazer
 

1º Ciclo

Incapacidade de concentração, distração, impulsivo, desempenho inconsistente, presença ou não de hiperatividade.
 

Adolescência

Inquieto, desempenho inconsistente,

Incapacidade de concentração, dificuldades de memória na escola, abuso de fármacos, acidentes.

 

A PHDA na Medicina Tradicional Chinesa

Para tratar uma doença é fundamental, que se encontre a causa principal e, a partir da sua manifestação, estabelecer-se as medidas terapêuticas adequadas. Desta forma, um indivíduo estando com manifestações de desarmonias mentais ou emocionais, os sintomas serão logicamente, o ponto de partida para o diagnóstico e o tratamento que segue os princípios normais e gerais norteados pela avaliação de diferenciação de síndromes.

Isto é adotado, porque independente do tipo de patologia, seja originada por fator interno ou externo, emocional ou físico, os procedimentos são os que estão definidos nas regras das Teorias da Medicina Tradicional Chinesa.

Como na Medicina Tradicional Chinesa existem muitos métodos terapêuticos além da acupunctura, pode-se usar também moxabustão, auriculoterapia, dietética, massagem, fitoterapia, entre tantos outros. A escolha de um ou mais métodos terapêuticos depende do indivíduo, da patologia e do tempo.

De acordo com Maciocia (2007), o conceito da palavra Shen está ligado diretamente a vários significados na Medicina Tradicional Chinesa, mas dentro deste contexto dois deles são importantes: o primeiro relacionado com o coração, com significado de Mente/Shen como conceito de atividades do pensamento, consciência, autoidentidade, memória e perceção; o segundo relacionado com os cinco aspetos mentais: Mente relacionada ao Coração, Alma Etérea ao Fígado, Alma Corpórea ao Pulmão, Intelecto ao Baço e Força da Vontade ao Rim.

Quando se refere à mente, espírito e às emoções em relação à Medicina Tradicional Chinesa, é necessário considerar alguns conceitos que lhe são próprios e extremamente diferentes do pensamento ocidental. (MACIOCIA, 2010). A base da mente na Medicina Tradicional Chinesa está no Coração, inclusive quando se diz “saber algo decorado”, é o mesmo que dizer: saber “de Coração”, e talvez o fundamento deste dito popular esteja neste conhecimento milenar.

Desta forma, é possível entender como o indivíduo pode manifestar comportamentos de descontrole a nível mental – Shen – em função dos desequilíbrios energéticos.

Assim, a PHDA na realidade é um desequilíbrio do Yin e do Yang no contexto da fisiologia dos fluídos energéticos do organismo humano, uma vez que “ o estado de saúde é caracterizado por um equilíbrio do Yin e do Yang.” (AUTEROCHE; NAVAILH, 1992).

Como os conceitos chineses são diferentes em relação ao que se entende como doença, este termo é aplicado apenas como meio de tornar compreensível didaticamente a conexão das ideias do ponto de vista ocidental.

Além disto, também é necessário ainda esclarecer que “a própria palavra ‘emoção’ não é, um termo bom para indicar a visão chinesa das causas ‘emocionais’ de doenças. A palavra ‘emoção’ deriva do latim e refere-se a ‘e-movere’, isto é, ‘mover para fora’.” (MACIOCIA, 2010). Desta forma com significado de sentimento que se exterioriza, onde os processos mentais são inconscientes.

Deve-se, também, considerar que um indivíduo pode nascer com PHDA, pois do ponto de vista da Medicina Tradicional Chinesa, isto está relacionado com as energias ancestrais – “diz-se que o Rim armazena a energia essencial Jing Qi que corresponde à essência congénita e à essência adquirida. A essência congénita é a essência herdada do pai e da mãe no nascimento e que promove o desenvolvimento do embrião.” (HE; NE, 1999), sendo que está relacionado com o ciclo em que a Essência Jing do Rim é transformada no Yuan Qi. Assim, depois de o indivíduo nascer, manifesta-se o padrão energético com todas aquelas informações herdadas, e incluindo as dos aspetos emocionais. (CLAVEY, 2000).

Pedro Choy, explica que a hiperatividade não é uma doença mental. Trata-se de uma alteração cerebral, isto é, estas crianças “têm demasiadas ideias ao mesmo tempo o que torna muito difícil concentrarem-se numa e ainda mais prestarem atenção ao que se lhes pede”.

Para a Medicina Tradicional Chinesa, a concentração, memoria e atenção, dependem do cérebro através de uma energia que vem do coração, o Shen. Esta energia acelera o fígado, criando agressividade, tiques, agitação e em alguns casos pode também induzir colesterol, compulsão alimentar, excesso de peso.

Esta energia excessiva cardíaca/cerebral, resulta de uma falta de energia nos Rins. Sendo necessário harmonizar os Rins, o Coração e o Fígado. Pedro Choy, também reconhece que esta lógica chinesa não tem nexo para o Ocidente, mas é peremptório quando afirma que de facto as crianças hiperativas melhoram com a Medicina Tradicional Chinesa, no entanto é fundamental que seja feito o tratamento correcto. Drogar uma criança, rotulando-a de hiperatividade, para torná-la mais tranquila, é combater sintomas e não a causa do mal.

Na Medicina Tradicional Chinesa não existe um elencar de doenças ou síndromes como na Medicina Ocidental. Posto isto, é na recolha dos vários sintomas que poderemos estabelecer uma relação com as síndromes da Medicina Tradicional Chinesa.

Resumidamente, o tratamento de hiperatividade e défice de atenção em crianças, deve basear-se na verificação de deficiências emocionais e nutricionais, na mudança dos seus hábitos alimentares, hábitos de vida, entre outros. Em termos de tratamento terapêutico este baseia-se em acalmar o Coração e dominar o calor ascendente do Fígado.

Como ferramentas de tratamento, utilizaremos a acupunctura e a aurículoterapia como técnicas de tratamento. Convém lembrar que quer a acupunctura quer a aurículoterapia usada nas crianças não faz doer e não tem efeitos secundários. E serão sempre usados poucos pontos dos meridianos, por forma a não criar tensões acrescidas nas crianças.

O principal enfoque terapêutico será a mudança de hábitos alimentares, pois é nessa mudança de hábitos que reside o sucesso do tratamento.

Assim, é fundamental um acompanhamento e um assumir de compromissos por parte dos familiares rigoroso, também, nessas mudanças de hábitos alimentares, pois uma alimentação planeada ajuda a melhorar e a prevenir o estado de ansiedade e falta de concentração próprios da PHDA. Claro que apresentar aqui planos alimentares não será benéfico para quem nos estiver a ler, pois cada caso é diferente e cada problema poderá ter soluções variadas. Por isso aconselhamos uma consulta de diagnóstico, a qual funcionará como preparação do plano de consultas necessárias para que o tratamento seja eficaz.

Mas como não quero terminar sem deixar uma dica, julgo, preciosa para os pais de crianças com PHDA – Hiperactividade infantil – apenas deixo uma palavra: AÇUCAR…  retirem o açúcar a estas crianças e verão que os resultados são excelentes…

Nuno Pacheco

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Nuno Pacheco
nunopacheco@luanova.pt

“Há alturas da vida de uma pessoa que é necessário mudar…de deixar o conforto do território conhecido e embarcar numa viagem à descoberta de novos desafios, de novas metas, de novas perspectivas… talvez, quem sabe, de um novo eu… descobriu que a Medicina Tradicional Chinesa era o desafio, era a meta e, ao mesmo tempo deu-lhe novas perspectiva da saúde do ser humano e descobriu uma nova paixão…pratica Medicina Tradicional Chinesa com a mesma paixão e felicidade com que vive, cada dia, rodeado de quem mais ama… o seu lema de vida é: nada acontece por acaso…é obrigatório ser feliz…



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