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Tu que buscas incessantemente fora de ti por ti mesmo

Tu que buscas incessantemente fora de ti por ti mesmo, tu que projectas no outro a tua necessidade e urgência de ti mesmo, tu que não sabes quem és e mesmo assim, pensas que sabes o que queres e quem os outros são.

 

Pára. Escuta. Olha.

PÁRA! todo e qualquer movimento. Pára agora. Sustem por breves instantes a tua respiração, sem esforço, simplesmente pára por segundos, nano segundos, e liberta-a naturalmente, desfrutando…inspira tranquilamente e expira naturalmente, num ritmo que é o teu, de uma forma que é a tua… pára o tempo que puderes e que te for confortável PARAR.

ESCUTA. Escuta-te nesse entretanto. Ouve o que o teu corpo tem para te dizer…o bater ritmado do teu coração, o pulsar do sangue percorrendo as tuas veias, lenta e sabiamente, o som de uma célula que nasce, de outra que lhe dá lugar e ainda outra que faz o seu trabalho alheia a tudo o resto, pequena parte de um todo que és tu. Escuta o oxigénio que é vida a fluir pelo teu ser. Ouve o silêncio também, esse silêncio que existe dentro de ti repleto de sabedoria, repleto de todos os segredos e todas as respostas…

OLHA. Não faças qualquer esforço. Simplesmente OBSERVA. Observa a tua mente, se calhar tranquila, se calhar inquieta, observa os teus pensamentos caso surjam…deixa-os aparecer e desaparecer, deixa-os vir e deixa-os ir, livres…Olha-te enquanto escutas na paragem que te ofereces.

É só isso. E isso é o tudo que procuras. O tudo que procuras já há muito que te encontrou, mas tu ainda não paraste, ainda não escutaste e não olhaste…não te permitiste receber.

E quando o fizeres, e quando, finalmente, nada procurares fora de ti mesmo, então vibrarás na frequência do Universo que aguarda o teu despertar, o teu recordar. Essa é a magia da Vida…essa é “a” energia…e é dentro de ti que ela está…a pulsar…a chamar por ti.

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