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Como te vês daqui a dez anos?

Como te vês daqui a dez anos?

Desejas olhar para o teu interior, e perceber qual o teu caminho?
Não é um desafio fácil, certamente.
E pelo que me tenho apercebido, temos tempo…
Pelo menos enquanto a nossa vida durar para nos aprendemos. Ainda assim, nem esse tempo é suficiente.

Olhar para dentro, obriga-nos a concentrarmos-nos, a perder total noção do tempo, e a deixarmos-nos levar pela leveza da nossa alma.
Então, aproveito a deixa, começo por perder total noção do tempo. E penso no tempo como a principal medida que rege a nossa passagem: o passado, o presente e o futuro. “O Tempo é relativo” Albert Einstein.

O passado já foi. Não podemos voltar, está fechado. Apenas pode ser lembrado, através das memórias, pelas experiência que foram vividas outrora. Pode ser sentido ou pensado no presente ou no futuro, mas nunca (re)vivido. Já diz a canção, do compositor Carlos Tê, que o passado não deve ser (re)vivido Nunca voltes ao lugar/Onde já foste feliz/Por muito que o coração diga/Não faças o que ele diz

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O presente é (o) agora. Nem sequer tem tempo de ser pensado.
Para os epicuristas o Carpe Diem (Aproveita o momento) é uma condição sine quo non, para alcançar o ideal de sabedoria na procura da tranquilidade. Mas o presente está a ser! E as emoções são um turbilhão de energias em movimento, estado totalmente incompatível para estarmos em constante ataraxia.

Agora, no presente, sinto que somos almas que não cabemos no nosso corpo, que estamos presos, e que temos mais potencialidades do que o nosso físico nos deixa alcançar. É por isto, que sentimos incapacidade de nos compreender-mos. “O homem é o lobo do homem”, Thomas Hobbes

E mais, acrescentamos outras condicionantes à nossa liberdade de expressão: os rótulos, estereótipos, mecanismos, regras, a sociedade.

E como linha orientadora, consideramos dimensões na nossa vida, em que as principais são: familiar, pessoal e profissional. São estes os pilares basilares que sustentam a nossa vida. É o nosso contexto que vai ditar o que está bem e o que está mal, não conseguimos evitar de estar inseridos e de cumprir as regras. Corremos o risco de nos tornarmos marginais.
Temos de nos sustentar financeiramente para seguirmos as nossas paixões, mas há também quem se sustente a fazer aquilo que é a sua paixão…

Como vais definir e atingir os teus objetivos de vida?
Qual é o teu sonho?

“O sonho comanda a vida” António Gedeão
E o futuro? Começa agora.
Lanço-te o desafio:
Como te vês daqui a dez anos?

Pessoalmente, para responder a esta questão, coloquei muitas outras… A que nível? A um nível geral? Teria de dar prioridade a alguma dimensão? Qual? Estarei eu a ser egoísta… independentemente da minha prioridade? (…) Em conversa, cheguei à conclusão que estamos condicionados ao resto da massa cósmica, e que o tempo não é suficiente para todos os nossos planos. Portanto, há que pôr em prática o Nunca é Tarde Demais

E tu, a que conclusão chegas?
Como te vês daqui a dez anos?

Autor: Lua Nova – portal